Economia

Aumento de 0,75% no IPCA na RMBH

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Queda nos preços dos combustíveis ajudou a diminuir impacto dos transportes no IPCA

Grupo de Artigos de Residência apresentou o maior aumento percentual. A banana-prata provocou o maior impacto individual positivo no índice

Em dezembro de 2021, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou aumento de 0,75% na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O índice para a RMBH representa o oitavo maior resultado mensal entre as dezesseis áreas pesquisadas. No país, a variação mensal foi de 0,73%. Já a variação acumulada nos últimos 12 meses foi de 9,58% na RMBH, o quarto menor resultado entre as áreas de abrangência da pesquisa, e de 10,06% no Brasil.

Na RMBH, todos os grupos apresentaram variações positivas: Vestuário (1,63%), Artigos de Residência (1,40%), Alimentação e Bebidas (1,07%), Transportes (0,86%), Comunicação (0,57%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,57%), Despesas Pessoais (0,45%), Habitação (0,35%) e Educação (0,04%).

O resultado do grupo de Alimentação e Bebidas (1,07%) impactou o índice geral de dezembro em 0,23 pontos percentuais (p.p.). O resultado foi influenciado principalmente pelo aumento da banana-prata (42,94%), causando o maior impacto individual do mês, 0,11p.p. Ainda dentro do grupo, destacam-se os aumentos do mamão (32,88%), das carnes (3,04%), do café moído (9,87%) e da cebola (18,56%), impactando o índice em 0,04p.p., 0,09p.p., 0,04p.p. e 0,02p.p., respectivamente.

No lado das quedas, podemos destacar a batata-inglesa (-17,88%) e o tomate (-6,61%), com impactos respectivos de -0,05p.p. e -0,02p.p.

No grupo de Transportes (0,86%), o resultado se deveu principalmente aos aumentos das passagens aéreas (12,77%), do seguro voluntário de veículos (9,62%), do automóvel novo (1,60%) e do automóvel usado (1,48%), impactando o índice em 0,06p.p., 0,05p.p., 0,03p.p. e 0,04p.p., respectivamente. Já os combustíveis caíram 0,54% (o etanol registrou queda de 2,21%, o óleo diesel teve redução de 0,50% e o preço da gasolina diminuiu 0,31% em relação ao mês anterior), com impacto de -0,05p.p. no índice.

Em Vestuário (1,63%), as roupas aumentaram 1,93%, impactando o índice em 0,06p.p. No grupo Artigos de Residência (1,40%), os aparelhos eletroeletrônicos tiveram um aumento de 1,93%, com impacto de 0,03p.p, no índice. Em Comunicação (0,57%), os aparelhos telefônicos aumentaram 3,19%, impactando o índice em 0,03p.p. Já em Saúde e cuidados pessoais (0,57%), o destaque foi para os perfumes (10,34%), cuja elevação de preços impactou o índice geral em 0,07 pontos percentuais.  (Fonte e foto: IBGE-Unidade Minas Gerais)

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