Economia

Comércio em Minas recua 2,0% em janeiro

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Na passagem de dezembro para janeiro de 2020, na série com ajuste sazonal, o volume de vendas do comércio varejista em Minas Gerais apresentou um recuo de 2,0%. A taxa média nacional de vendas do varejo recuou 1,0%, com predomínio de resultados negativos em 16 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Amapá (-10,4%), Bahia (-6,9%) e Tocantins (-5,6%). Por outro lado, pressionando positivamente, destacam-se: Rondônia (5,2%), Roraima (3,4%) e Acre (3,2%).

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a variação das vendas do comércio varejista em Minas Gerais foi de -1,9%, segundo maior recuo entre as Unidades da Federação e abaixo da média nacional (1,3%). Houve predomínio de resultados positivos (21 das 27 Unidades da Federação), com destaque para: Amazonas (10,5%), Paraíba (8,1%) e Pará (7,8%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram seis das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Ceará (-2,1%), Minas Gerais (-1,9) e Rio Grande do Norte (-1,8%).

Na variação acumulada no ano, observa-se que o indicador do comércio varejista nacional foi de 1,3%, sendo que 21 das 27 Unidades de Federação apresentaram indicadores positivos, com destaque para Amazonas (10,5%), Pará (7,8%) e Amapá (7,7%). Já Minas Gerais apresentou acumulado no ano de -1,9%.

Em síntese, o volume de vendas no varejo, em janeiro de 2020, voltou a mostrar um quadro de perda de ritmo, expresso não só pelo recuo de -1,0% frente ao mês imediatamente anterior, mas também pelo perfil disseminado de taxas negativas entre as atividades investigadas. Com isso, o total do comércio varejista, em janeiro de 2020, permanece 5,4% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014.

Em Minas Gerais, as atividades que se destacaram com variações positivas, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para o comércio varejista, foram: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (19,8%), móveis (13,6%), tecidos, vestuários e calçados (10,3%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,8%). Por outro lado, o setor de combustíveis e lubrificantes (-13,2%) e hipermercados e supermercados (-3,8%) se destacam com as maiores reduções, em termos de magnitude, quando comparados com o mesmo período do ano anterior. Já no comércio varejista ampliado, o setor de veículos, motocicletas, partes e peças apresentou avanço de 21% e o setor de material de construção, recuo de 1,9%. (Fonte: IBGE-Unidade de Minas Gerais – Foto: Reprodução)

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