Editorial

EDITORIAL – CPI, um Circo de Lixo

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O Brasil vive, hoje, uma situação das mais inimagináveis e repugnantes. Empobrecido pela pandemia do Covid-19, desesperado pela pandemia do Covid-19, desarmado em ações pela pandemia do Covid-19, o país vê suas UTIs sendo completamente tomadas por pacientes em avançado estágio de virulência, muitos das quais dali só sairão mortos. Todo o Brasil está a necessitar de nossos esforços para minimizar a doença e seus efeitos. A população está sofrendo, vendo seus entes queridos sendo levados à sepultura.
Enquanto isso, um trio maldito, inoperante, formado por gente que nunca trabalhou na vida, que nunca produziu algo de bom para o povo, faz questão de gastar dinheiro e mais dinheiro dos impostos com uma CPI inquisitorial, fascista e ameaçadora. Um trio que se julga dono do país, apesar de formado por corruptos processados ou envolvidos em inquéritos. E esses indivíduos berram, se exaltam e ameaçam os depoentes, num verdadeiro festival da vergonha.
O Brasil não merece esses três indivíduos; o Brasil é bem maior que esse arremedo de cidadania, de justiça, de busca da verdade.
E é de se perguntar: onde estavam esses três indivíduos quando a pandemia começou? Onde se esconderam quando o problema aumentou? O que fizeram de positivo para preservar a Saúde do povo? E, agora, se arvoram em defensores da Moral, dos interesses populares, da sanidade do país. Tudo, para terem projeção política. E esse lixo faz o Circo…
Pobre Brasil. Com senadores do naipe de Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues, jamais teremos uma Democracia (ainda que fraca), de respeito, de harmonia. Pobre Tiradentes, pelo quê você foi enforcado? Juscelino Kubistschek, para que você foi construir Brasília?
Ainda bem que Oscar Niemayer, ao comemorar 102 anos de idade, se arrependeu a tempo, dizendo:
“Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores para vocês usarem como pinico. Hoje, eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas, sim, de camburão.” (Foto: Freepik)

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