Editorial

EDITORIAL – Thales Contão prefeito, um sonho perdido

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Thalles Contão, um café amargo

A possível  pré-candidatura de Thalles Contão à Prefeitura de Teófilo Otôni é um alento para o prefeito Daniel Sucupira, que buscará a reeleição. Ela representa mais um adversário sem chances de vitória, a retirar alguns poucos, porém importantes, votos de candidato menos fraco, que poderia, de verdade, enfrentar o atual mandatário municipal.

A já divulgada negativa de Getúlio Neiva em ser pré-candidato a vice na chapa de Contão diminue ainda mais as chances deste, que, sozinho, representa muito pouco. Depois, mesmo que Neiva aceitasse queimar definitivamente o seu currículo (melhor prefeito de Teófilo Otôni em todos os tempos, com o 1º mandato), aceitando a vice, não conseguiria somar o suficiente para eleger Contão, em decorrência do seu atual estado de saúde, infelizmente debilitador. Na eventualidade da improvável eleição da chapa, como Getúlio geriria o município no caso de morte, viagem, afastamento judicial ou outra circunstância impeditiva de Contão?

A já comentada negativa de Neiva joga por terra as pretensões do ex-menino de ouro de Maria José, falecida em estado de decepção com o procedimento dele em se aliar a seu principal adversário e inimigo político, justamente Getúlio Neiva. Quem, de prestígio, toparia a vice na chapa do hoje presidente do PMDB?

Atraído para uma Secretaria na Prefeitura, expulso do PT e vendo seu eleitorado jovem subir de idade e se conscientizar, Contão deve estar percebendo que o sonho de ser prefeito perdeu-se exatamente quando decidiu abandonar Maria José e se aliar ao inimigo. (Foto: )

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