Cultura

Linguagem neutra é proibida em escolas de Porto Alegre

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Linguagem neutra, uma manifestação da Esquerda tresloucada

Projeto que proíbe a utilização de linguagem neutra nas escolas municipais foi aprovado, ontem (04/05/22), por 20 votos a 11 pela Câmara Municipal de Porto Alegre-RS. A proposta defende que a linguagem não binária “traz graves dificuldades ao processo de alfabetização, já que a noção de concordância fica prejudicada”, além de classificar sua utilização como “delírio ideológico”.
O texto é assinado pelos vereadores Jessé Sangalli (Cidadania), Fernanda Barth (PSC), Comandante Nádia (PP), Psicóloga Tanise Sabino (PTB) Alexandre Bobadra (PL), Ramiro Rosário (PSDB) e Hamilton Sossmeier (PTB). Para vigorar, o projeto precisará da sanção do prefeito Sebastião Melo (MDB), de quem os parlamentares integram a base.
Na tribuna, Comandante Nádia comparou a linguagem neutra à gíria: “É uma pseudoinclusão que estão tentando fazer, com substantivos inexistentes, com pronomes falsos, com regras estapafúrdias que não dizem respeito à língua portuguesa.” No Twitter, a vereadora da oposição, Bruna Rodrigues (PCdoB) lamentou o fato: “Algo que parece muito com uma cortina de fumaça para deslegitimar as reais lutas que o município precisa levantar em relação à educação, como as mais de cinco mil vagas de creche que faltam para atender nossas crianças”, comentou no Twitter.
A linguagem neutra foi alvo de veto do Governo Federal em projetos bancados pela Lei Rouanet em 2021. A Justiça derrubou a medida no fim de março.
A linguagem neutra é mais uma das grandes estupidezes da Esquerda política, que, por não ter o que fazer de sério, busca derreter a estabilidade da sociedade brasileira. (Fonte: Matinal – Foto: )

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