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NIPE da UFVJM em T. Otôni ajuda a combater Coronavírus

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O professor Leonel Pinheiro, coordenador do NIPE – Núcleo Integrado de Pesquisa do Mucuri – da UFVJM – Universidade Federal dos Vales do Jequtinhonha e Mucuri – informou que investimentos de R$ 150 mil realizados na reforma de instalações elétricas, banheiros, cozinha e instalação de equipamentos de segurança do prédio em Teófilo Otôni permitiram impulsionar um conjunto de ações. 

A melhoria da estrutura permite “receber dois novos laboratórios: Estatística e Georreferenciamento, que vão prestar serviço ao poder público, com a produção de informações georreferenciadas sobre saúde pública”. 

Os dois novos laboratórios vão trabalhar de forma articulada com o recém-inaugurado Laboratório de Pesquisa e Diagnóstico em Biologia Molecular. “Este laboratório será a maior contribuição que a universidade pode dar para a região, que não possui um laboratório credenciado pelo Governo do Estado para testar o  Covid. O laboratório, resultado de parceria entre a UFVJM e a Prefeitura de Teófilo Otôni, está em processo de certificação e acreditação para, em um primeiro momento, fazer o diagnóstico do Covid, e em um segundo momento testar várias doenças endêmicas do Vale do Mucuri, como dengue, chikungunya, malária, leishmaniose, esquistossomose, HIV, febre amarela, febre maculosa, leptospirosealém de DNA, testes de paternidade e maternidade” – informa o professor Leonel. 

Em operação, o laboratório vai diminuir de 15 a 20 dias para dois dias o prazo do diagnóstico do  Covid, via método RT- PCR, para a população dos Vales Mucuri, Médio e Baixo Jequitinhonha e São Matheus. 

O NIPE agrega seis grupos, entre eles o Grupo de Extensão e Pesquisa em Agricultura Familiar (Gepaf. Um deles é o Projeto Mulheres Livres de Violência, reconhecido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e criado a partir da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica do 19º Batalhão da PMMG de Teófilo Otôni, implantando na Comunidade do Cedro, Outro destaque é o Projeto 10senvolver, de implantação de fossas biodigestoras em comunidades rurais, tecnologia social barata de tratamento de esgoto.

Um terceiro item também foi indiretamente beneficiado. Trata-se de um projeto de fortalecimento de identidade e de vínculos com jovens de comunidades rurais de Crisólita (MG). Por meio de ações culturais, música, teatro e literatura, a iniciativa busca a sustentabilidade ambiental, a permanência do jovem no campo e, ao mesmo tempo, facilitar o acesso às universidades públicas. (Fonte e foto: NIPE)

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