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Pressão econômica faz Minas Tênis demitir Maurício Souza

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Maurício Souza, um grande jogador de Vôlei

Maurício Souza, jogador de Vôlei do Minas Tênis Clube e da Seleção Brasileira, está sendo torpedeado e trucidado por ter expressado seu pensamento a respeito do bissexual Super-Homem atual, “filho” do Super-Homem macho. Maurício criticou o fato de a DC Comics ter revelado que o atual Super-Homem se descobriria bissexual.

Usando de seu poder econômico, a Fiat e a Gerdau, patrocinadoras do Minas Tênis Clube, se manifestaram, exigindo punição ao atleta. As duas empresas disseram que consideram “inaceitáveis as manifestações” do jogador.

Mas, a Fiat e a Gerdau não consideram “inaceitável” o fato de que não haverá próximo geração, que a espécie humana estará extinta graças ao fato de homens se relacionarem com homens e mulheres com mulheres. Esse tipo de relacionamento, claro, não gera filhotes. Caminha-se para o fim.

Também não consideraram que podem estar acabando com a carreira de um dos melhores jogadores de Vôlei do país e do mundo por puro apreço a posarem de bonzinhos no seio da comunidade LGBTQIA+. Aliás, como todas as demais empresas brasileiras estão fazendo.

O direito de expressão condenado sequer passa por um processo legal, que é o caminho a ser corretamente percorrido por povos civilizados. A Fiat e a Gerdau demonstram que não são civilizadas. E o Minas Tênis Clube, cedendo à pressão de tais patrocinadoras imorais, aceita “encostar” Maurício Souza, que, ao contrário do que possam imaginar as duas empresas, ganha mais simpatias que antipatias no seio da sociedade. Ao contrário, também, da antipatia que as patrocinadoras agora somam por sua atitude grosseira e imperialista. E, demonstrando ser um clube altamente covarde, o Minas Tênis Clube demitiu, há poucos instantes, o atleta Maurício Souza, que, ao contrário do clube e numa demonstração de caráter, preferiu perder o emprego a perder a dignidade. (Fotos: Instagram/Reprodução)


O Super-Homem bissexual em ação defendida pela Fiat e pela Gerdau
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