Economia

Procon não revela nome de rede supermercadista que abusou de preços altos

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Loja do Procon

O Procon Municipal aguarda medidas do Governo do Estado, para saber como agir contra a rede de supermercados e hipermercados que abusou de preços altos, em detrimento da população. O Procon, contudo, não revela o nome do grupo.

Em razão de seu compromisso com a comunidade, o DIÁRIO do MUCURI entrou em contato com o advogado Yuri Rocha, coordenador do órgão, colocando as seguintes qustões:

– Como ficou a situação da rede de supermercados que abusou no emprego de preços exagerados?

– Baixou os preços?

– Foi multada?

– Foi fechada?

– Que rede é essa?

– Qual o nome?

– Acha que o povo deve saber?

O cordenador Yuri Rocha não respondeu a pergunta alguma, mas esclareceu o seguinte:

“Nós já fizemos três fiscalizaçõe por ocasião do aumento injustificado de produtos. Primeiro, produtos de proilaxia, como álcool gel; depois, veio a questão das máscaras, em razão da pandemia de coronavírus.

“Houve muito desabastecimento, nós sabemos disso, mas também não se justifica essa alta dos produtos. Logo em seguida, nós fizemos fiscalização conjunta com a Promotoria de Defesa do Consumidor em todos os supermercados e hipermercados de Teófilo Otôni com base nas denúncias que vínhamos recebendo acerca da alta exacerbada de produtos de cesta básica dos consumidores, produtos essencias como feijão, açúcar, arroz, óleo de cozinha, leite, derivados.

“A partir de entaõ, foram lavrados autos de constatação, dando a essas empresas, a esses supermercados, prazo de dez dias para poderem juntar notas fiscais de entrada e saída desses produtos, para se apurar de onde está vindo o abuso, se é lá do fornecedor primário.

“Em continuação a essa fiscalização, o Procon Municipal de Teófilo Otôni abriu reclamação de ofício em face de uma rede de supermercados aqui de Teófilo Otôni, para que, inclusive determinando através (sic) de medida cautelar, que eles revisassem todos os preços desses produtos essenciais e retroagissem à data dos preços dos últimos 20 dias, de preferência o melhor preço praticado nos últimos 20 dias, com uma multa diária de R$ 10 mil até R$ 1 milhão só por descumprimento dessa medida cautelar. Essa medida cautelar não barra o Procon de aplicar outra medida ao final, após juntadas as defesas, juntados os documentos. Nós podemos aplicar uma nova multa ao final, em razão do abuso em detrimento dos consumidores.

“Em conversas, e alinhamento total com o Ministério Público, nós temos conversado (sic) em ação conjunta com a Polícia Civil. No entanto, essa semana serão unificadas várias medidas através (sic) do Procon de Minas Gerais e também através (sic) do Governo do Estado. Pelo menos é o que estamos aguardando. Então, a gente acha que deve esperar essas medidas virem do Estado. A partir daí, se essas empresas continuarem a praticar esses preços altos, já em descumprimento às várias fiscalizações que já fizemos, a última medida será levar a Polícia a esses estabelecimentos.” (Foto: Procon-SP/Reprodução)

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