Cidade e Região

Teófilo Otôni, “Capital Mundial do Matagal”

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Um espetáculo inimaginável ao lado da Escola Geraldo Landi

Se a administração que Lula pretende imprimir ao Brasil, na eventualidade de sua eleição a presidente da República, tiver o mesmo modelo que seu partido (PT) leva a efeito em Teófilo Otôni-MG, o brasileiro estará em péssima situação.
Em Teófilo Otôni, o prefeito Daniel Sucupira fala muito (como é de seu feitio), mas realiza praticamente nada. Na cidade, que está há mil anos luz do desenvolvimento, a higiene, a estética e o urbanismo são o que menos conta.

MATAGAL
A zona urbana se transformou em um matagal infernal, prejudicando a saúde e o visual da cidade. Quem é morador local até parece que já se acostumou com o descaso, pois não protesta. Contudo, quem vem de outra cidade percebe de imediato como Teófilo Otôni é atrasada, já não é mais a “Capital Mundial das Pedras Preciosas”, mas a “Capital Mundial do Matagal e do Mau Cheiro”.
Somente para se ter uma ideia, basta visitar as imediações das escolas Geraldo Landi e Irmã Maria Amália, dois estabelecimentos dos mais tradicionais. Situadas às margens do Córrego de Santo Antônio e da Rodovia Rio Bahia, as duas unidades de ensino oferecem uma vista de paisagem selvagem. Capim colonião de alto porte tomou conta de toda a extensão das margens do córrego, onde ratazanas proliferam em prejuízo da saúde pública. Fazenda de pecuária nenhuma da região apresenta uma pastagem tão exuberante.
Mas, fosse apenas o matagal, ainda haveria esperança de solução do problema. Toda a vizinhança das duas escolas sofre com a poluição do Córrego de Santo Antônio, hoje um verdadeiro esgoto sanitário a céu aberto, porque é mais fácil ao prefeito privilegiar com altos salários seus apadrinhados nas mais diversas secretarias municipais, a exemplo do que sucede na pasta de Saúde, do que investir o dinheiro na solução do problema. Durante os dias de calor (que são quase todos na canícula de Teófilo Otôni), o mau odor toma conta de toda a área, sendo respirado por alunos (especialmente da Escola Geraldo Landi) e moradores das diversas ruas.
Lixo, também, é presença eterna junto à passagem de pedestres na margem da Rio Bahia.

AUTORIDADE (FALTA DE) OU OUTROS INTERESSES?
Diante da inoperância e da falta de autoridade do prefeito e de suas Secretarias de Serviços Urbanos e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, a Copasa prossegue em sua ação daninha de despejar esgoto sanitário no curso d’água.
Se as residências do prefeito e de seus secretários são tratadas como mesmo cuidado que dedicam à cidade, então não são locais agradáveis nem recomendáveis para se viver.
O que há por trás do comodismo e dos interesses do prefeito e de seus órgãos setoriais, ninguém diz. O silêncio é total… (Fonte e fotos: Cidadãos de bem preocupados com a administração de Teófilo Otôni)

Ponte ligando a Rio Bahia à Av. do Visconde do Rio Branco, na lateral da Geraldo Landi: um espetáculo inconcebível
Passagem de pedestres à margem da Rio Bahia: um espetáculo maravilhoso para Daniel Sucupira
Lixo na passagem de pedestres na lateral à margem da Rio Bahia: um espetáculo que dá prazer aos secretários municipais

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