Economia

Vestuário e acessórios impulsionam aumento de 3,6% no varejo

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As vendas no varejo registraram alta de 3,6% no primeiro mês de 2020, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian, o aumento foi impulsionado pelo setor de Tecidos, Vestuário, Acessórios e Calçados, que teve crescimento de 7,9% no período analisado. O número é o maior registrado pelo segmento desde dezembro de 2018 (11,8%). Confira abaixo:

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o aumento da renda gerado pelas vagas temporárias no período ajudou a impulsionar as vendas de oportunidade de Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios durante o mês, quando o consumidor troca os presentes de Natal. “Com maior poder de compra do consumidor no fim do ano, segmentos mais ligados à renda costumam ser impactados positivamente. O varejo, sabendo disso, aproveita o movimento de trocas e realiza diversas promoções, o que pode ter beneficiado o setor”, comenta. Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas tiveram o segundo maior crescimento de janeiro/20 (6,6%), em relação ao primeiro mês do ano passado. Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática e Material de Construção aparecem na sequência. Combustíveis e Lubrificantes e Veículos, Motos e Peças registraram queda de 4,9% e 1,4%, respectivamente. Veja no gráfico

Na análise com dezembro/19, a atividade do comércio teve queda de 2,0%, também puxada por Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (-3,3%). Apenas Combustíveis e Lubrificantes e Material de Construção apresentam alta, de 1,0% e 0,5%, respectivamente. O decréscimo dos demais setores foi de 2,4% (Veículos, Motos e Peças), 0,7% (Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática) e 0,5% (Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas).

O acumulado dos últimos 12 meses teve aumento de 2,3% nas vendas em janeiro/20, com destaque para Veículos, Motos e Peças, cujo acréscimo de 7,6% é o maior dentre os segmentos. Apenas Combustíveis e Lubrificantes registraram queda, de 4,1%, no período. (Foto: Reprodução)

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